Neste quinto dia de novembro, damos voz a Marili Teresinha Ribeiro de Souza, de 64 anos, auxiliar de limpeza, que compartilha sua percepção sobre a identidade negra, os desafios da vida e a importância do reconhecimento de sua geração.
Para Marili, ser uma pessoa negra é ser forte e não desanimar diante dos desafios que a vida apresenta. Embora não tenha vivenciado situações de preconceito de maneira abertamente declarada, ela relata que os olhares diferentes também são capazes de revelar atitudes discriminatórias.
Ao falar sobre a importância da Consciência Negra, Marili destaca o significado especial de uma homenagem como essa, pois, durante muito tempo, pessoas dessa etnia não tiveram oportunidades de reconhecimento semelhantes. Ela se diz contente por ver que, atualmente, essas iniciativas estão acontecendo.
Sua participação nos lembra que valorizar a Consciência Negra também é reconhecer as histórias de diferentes gerações, dar visibilidade a trajetórias que merecem ser conhecidas e construir uma sociedade em que todas as pessoas sejam respeitadas e valorizadas!
Conhecer histórias é reconhecer pessoas. Dar voz é fortalecer o respeito!